Ler as palavras do link a seguir é regozijante...
http://alexm.com.br/2014/02/12/45-licoes-de-vida-escritas-por-um-senhor-de-90-anos/
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
O TRABALHO NÃO DIGNIFICA, O PRAZER DIGNIFICA
Devemos ser apaixonados pelo conhecimento, pela liberdade, pela igualdade. Devemos ter amor pela transformação de um mundo injusto em mais justo, para as pessoas que sofrem, mais justo para as crianças pobres que são vítimas de um sistema voraz que sempre lhe diz não e faz recair sobre a cabeça dos mais fracos mensagens de que eles não gostam de trabalhar, por isso são pobres. Se fosse assim, (respeito os garis) os garis seriam os mais ricos financeiramente, porque trabalham dia e noite. Que são fracassados por sua culpa. Sistema que machuca, que diz não, que estigmatiza, que...faz....chorar.....
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
TODOS OS DIAS, OS DIREITOS HUMANOS SÃO DESRESPEITADOS
Os direitos humanos no Brasil, são desrespeitados todos os dias, a toda hora. Quando um trabalhador é humilhado por sua condição no dia a dia no trabalho. Quando a mãe, o pai e os filhos, ou seja, toda uma família pobre são acusados de serem vagabundos por sua condição. Entende-se que a culpa, dessas pessoas estarem nessa situação de pobreza, é delas mesma, quando a causa está no sistema, que não lhe dá dignidade e educação com respeito. Todos os dias, a ignorância leva à pobreza, e os direitos humanos são desrespeitados. Sobre esse tema, assista o vídeo no link à seguir:
http://portacurtas.org.br/filme/?name=direitos_humanos_a_excecao_e_a_regra
DESVENDAR QUE O PROBLEMA PELA SUA CONDIÇÃO, ESTÁ FORA DE SI.
Numa sociedade capitalista, que por sua própria natureza, promove exclusão social, o maior ato de rebeldia contra o sistema, que a criança pobre deve empreender, é buscar o conhecimento, ser estudioso e principalmente, conhecer tal sistema, para desvendar sua desumanidade.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
JOVENS ESTUDANTES NÃO QUEREM SER PROFESSORES
Levantamento mostra que 59,77% acham profissão desvalorizada e com más condições.
Por Rauqel Sodré (O Tempo)
Ser professor do ensino básico não é uma alternativa para a maior parte dos estudantes brasileiros. É o que mostra pesquisa recente realizada pelo núcleo de estagiários e aprendizes Nube. A enquete online perguntou aos estudantes “você tem vontade de ser professor do ensino fundamental e médio?” e contou com a participação de 6.910 jovens. Desses, 40,08% responderam “não, é uma profissão cada vez mais desvalorizada”, e 19,69% marcaram a opção “Já tive vontade, mas desisti pelas más condições”.
“O que a pesquisa frisa é a imagem que o jovem tem do sistema de ensino no Brasil, que ele vê com descrédito. Esse jovem vê os colegas desacatando os professores e escolhe não ser professor”, analisa o psicólogo Henrique Ohl, que atua como analista de treinamento no Nube.
As salas de aula refletem bem o resultado da pesquisa. Em uma das turmas de 1º ano do ensino médio do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), em Ouro Preto, somente três dos 25 alunos presentes no dia da visita da reportagem de O TEMPO afirmaram ter vontade de ser professor. “Eu não seria porque minha mãe é professora e eu vejo o esforço que ela faz. Todos os dias, ela prepara as aulas e, muitas vezes, chega em casa chateada porque não consegue dar as aulas do jeito que ela havia planejado. Todo mundo desrespeita, é uma vergonha. E ela não recebe bem”, conta a estudante Clara Tossige, 16.
Desencontro. Outro fator que contribui para esse desinteresse é a distância que a escola tomou da realidade de crianças e adolescentes. “Há uma tendência (por parte dos estudantes) à negação da escola, pois ela tende a não reconhecer as especificidades do jovem”, comenta o integrante do Observatório da Juventude da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Juarez Dayrell. Ele afirma que as escolas ignorarem o novo estilo de vida promovido pelos avanços tecnológicos também não contribui para uma melhor visão da instituição. “Hoje, o menino entra no Google e fica sabendo de qualquer assunto. A escola continua insistindo na transmissão – e não na produção – de conhecimento e se tornou muito chata”, condena.
A solução para esse conflito é apresentada pelos próprios estudantes. “Alguns professores conseguem fazer com que seus alunos tenham vontade de aprender. Diversificar o modo de ensino e sair um pouco do padrão algumas vezes já torna a aula interessante”, revela a estudante Letícia Anjos, 16. E essa quebra de protocolo pode ser feita mesmo sem o uso de tecnologias. “Muitas vezes, o professor insere as tecnologias na aula, mas de forma totalmente despreparada”, opina Lucas de Castro, 15.
Apagão. Com tamanho desinteresse por uma carreira de licenciatura, já é possível prever um “apagão” de professores. “Já demos um primeiro passo nessa direção. Segundo o Ministério de Educação e Cultura, temos um déficit de 180 mil profissionais para vagas de matemática, física e química”, afirma Ohl. Mas isso não significa que o Brasil ficará sem professores. “Essas vagas serão ocupadas por outros profissionais. Engenheiros para as aulas de física, por exemplo”.
Se, por um lado, os jovens não mostram vontade de ser professor, por outro, sabem que suas opiniões ainda têm muito a mudar. “Vocação não é alguma coisa que você tem, é algo que você vai adquirindo com a idade”, reflete o estudante Daniel Alves, 16, com a sabedoria de um professor.
19,5% dos estudantes fazem cursos de licenciatura, que lhes habilitam a dar aulas para o ensino básico.
Fonte: O Tempo
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
FIQUE LONGE DOS BAJULADORES
Realmente, as vezes, as pessoas que bajulam, rapidamente e do nada, lhe dão elogios, que possuem uma retórica (arte de bem falar) de palavras bonitas e que aparentemente lhe agradam, dando a entender que se identificam com você, são pessoas perigosas e que de alguma maneira podem lhe prejudicar. Afaste-se delas.
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